Louvo-vos, tetas.
Nada como pão de queijo pra arrematar sua janta de lasanha quatro queijos, numa espécie incomum de sobremesa salgada.
Nada como pão de queijo pra arrematar sua janta de lasanha quatro queijos, numa espécie incomum de sobremesa salgada.
Marsellus: Eu pensei em fazer a pupila do bode retangular, mas fica pouco simpático
Morris: fica bem pouco
mas eu n sei se ele deve ser exatamente simpatico
Marsellus: mas não prende o olhar, a questã é essa
a questão é muito mais A. Dondis do que isso
essa é uma expressão boa hein, acabei de criar
a questão é muito mais a.dondis do que isso
pode começar a usar. eu sei que vc terá oportunidades.
- Gaspár, meu amigo, há quanto tempo!
- É verdade, Pinzón! Deve fazer bem uma década que não nos vemos!
- Não seja obtuso, Gaspár! É coisa de no máximo 3 meses!
- Que seja! Já é muito tempo!
- Concordo. Me acompanha num Martini?
- Claro, com Gim, por gentileza.
- E então, caro Gaspár, o que me conta de novo?
- Bem, não sei, acho que não tenho tantas novidades assim.
- Não é possível, Gaspár! Em tanto tempo, você deve ter feito alguma coisa.
- Bom, uma coisa ali, outra aqui.
- Aham, sei.
- E você? Ah, obrigado.
- Cuidado, está cheio até mais que a taça! Bem, eu, o de sempre. Algumas entrevistas para a TV, umas participações no cinema, alguns desencontros amorosos.
- De novo, isso, Pinzón? Você não se cansa? A propósito, muito bem feito esse drink.
- Oh, obrigado, preparo-os mesmo com primazia. Pois é, meu amigo, sempre a mesma coisa, sempre, sempre, sempre. Não sei como é possível!
- Admirável, se não fosse ao mesmo tempo um tanto amargo!
- Mas a vida tem lá sua parcela de amargura, Gaspár, e isso é cada vez mais claro!
- Me refiro ao drink, Pinzón. Mas, de qualquer forma, concordo.
- O importante é não se abalar demais, caro amigo.
- Pena que esse nunca tenha sido seu forte, não é?
- Bem, é verdade.
- Sempre apreciei mais o que fez ao forno.
- Gaspár, pinche! Por favor, escolha um assunto para conversar, porque assim não é possível! Parece que você não está prestando atenção, assim!
- Minhas desculpas, Pinzón, mas é meu raciocínio rápido. Às vezes não posso deixar de comentar sobre um outro assunto paralelo. Lamento que não existam parênteses orais. Facilitariam bastante uma conversa dessas.
- Sim, mas já que não existem, concentremo-nos em apenas um!
- Certamente. Prossiga.
- Pois bem. O que me espanta, Gaspár, é ver uma situação semelhante se repetindo e temer não agir de forma diferente, já que sei qual o caminho que isso pode tomar.
- Sim, sim. Só não dou conselho melhor porque te agrada tanto a conversa abstrata que fica difícil interferir de modo objetivo.
- Gaspár, não é conversa abstrata! É simplesmente pela complexidade das idéias que o discurso é igualmente confuso!
- Claro, e por que não seria, não é mesmo? Regado a tanto Martini, até uma equação ficaria confusa em suas mãos.
- Gaspár, Gaspár. Não é a primeira vez que chamo sua atenção por fazer graça dos assuntos de maneira irônica e sarcástica!
- Se não fosse assim, eu provavelmente não seria seu amigo, Pinzón.
- Não importa. Nem me lembro mais onde eu estava.
- Provavelmente se lamentando de algo incerto que lhe causa preocupações secundárias inadministráveis a curto prazo.
- Isso! Exatamente! Veja você que começo a sentir aquela mesma apreensão, aquela mesma sensação do não-dito que fica à ponta da língua por meses.
- De ulcerar qualquer sujeito, isso, Pinzón.
- Deveras! Mais Martini-Gim?
- Prefiro chamar de Gim-Martini, assim posso uinir os dois emes e me agrada a sonoridade. Sim, mais um pouco, obrigado.
- É impressionante como demoramos a aprender com os próprios erros e acertos, não é, Gaspár? Meses atrás eu juraria que algo assim não aconteceria de novo, e no entanto, veja você!
- Impagável, de fato!
- Suspiro
- Só tenho a mesma pergunta de sempre, Pinzón: já sabe o que vai fazer a respeito?
- Ainda não ao certo, Gaspár, mas poderia supor que pelo menos algo mais rápido eu deveria fazer, e não deixar as coisas se arrastarem por tão longo tempo, mais uma vez, afinal de arrastada em arrastada passa-se o ano.
- Bem razoável, num primeiro momento.
- Acha mesmo?
- Sim, apesar de não ser exatamente a mesma mistura, essa taça está muit boa.
- Gaspár, pelo amor de Deus! Preste atenção na conversa!
- Oh, sim, sim, claro, desculpe-me, Pinzón! Não vai acontecer de novo!
- Ham.
- É, então, mas só agir mais rápido talvez não seja só o suficiente, o que acha?
- Tem razão. A grande questão, apesar de tudo, é que sempre pode ser uma má interpretação, não é? E o sofrimento por falsa expectativa ali esperando na virada pra te acertar com tudo!
- Ah, mas daí não há como escapar. Nem que seja para verificar se realmente é o que você pensa, fazer alguma coisa é necessário.
- Verdade.
- E, além do mais, como você bem disse, pra quê perder mais tempo, não é?
- Sim. Pra quê?
- Então!
- Quer mais Marti… desculpe-me, Gim-Martini?
- Não, obrigado, estou satisfeito.
- Sabe o que é fascinante? É, apesar da apreensão, essa constante impressão da iminência de um momento em que as duas pessoas falarão a mesma coisa.
- Sim, é mesmo. Já me causou muitas diarréias isso, com o perdão da palavra.
- Nem me diga. Mas é o que move a vida, não é? É quando o peito fica assim esmagado que prestamos mais atenção que estamos vivos.
- Que viagem, hein Pinzón? Que emo, eu diria.
- Gaspár, você é um maldito, às vezes! Hahahahaha!
- Até você riu dessa, Pinzón, não há como.
- Ah, amigo Gaspár, como é possível isso? Como não para de acontecer?
- Vai ver é você, Pinzón. É parte de você, e é assim que vai ser com você.
- Suspiro. O negócio é aprender a mastigar a vida, não é?
- Tsc, isso aí!
- Quando é o próximo feriado?
- Não sei.
Acho que a humanidade ocidental está chegando num daqueles momentos em que um matemático, astrofísico ou agricultor tem que ir à comunidade científica e propor um novo modelo de calendário, pra que a vida renda mais.
Obrigado Lisa, Maurits e Felipe por me fazerem acreditar que eu poderia cortar meu cabelo.
Minha manhã de Domingo foi animada!
E saiu melhor que a tentativa de quase 3 anos atrás.
Um abraço,
Pavlin Huxley
MEU DEUS O MUNDO ESTÁ EM RISCO
Eu mudei a proporção do pi!
…a multidão correu e gritou enquanto o exército tomava as ruas na tentativa de conter a maior tragédia do universo conhecido.
Prost Padre,
Prost Figlio,
Prost tutta la Famiglia Italiana!
Daniel diz:
vc tem as piores idéias, q se tornam as melhores ideias
qvatsch diz:
isso é um elogio?
Daniel diz:
eh
qvatsch diz:
valeu
Estava eu tranqüilo, no caixa, pagando o almoço, quando o pequeno roliço infanto-juvenil por volta dos seus 12 anos na mesa ao lado solta essa, durante conversa amena com seus coleguinhas de classe:
- Aqui é bom porque você come com calma, saudável…
Até aí tudo bem, muito perspicaz da parte dele. A graça era o prato da criança: uma bolota de queijo na brasa, alcatra e lingüiça!
Sabe quando você quer ser um barulho? Então, eu tava com vontade de ser o barulhinho estilo Theremin da Partie Traumatic, do Black Kids.